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Indústria do plástico debate aumento de reciclagem com logística reversa


Aumentar o índice de reciclagem dos resíduos secos do setor de embalagens plásticas, minimizar o descarte nos aterros sanitários e conquistar a desoneração dos impostos. Esse é o planejamento inicial da indústria do plástico para atender a lei nº 12.305/2010, que rege a logística reversa em regime de acordo setorial.


O cuidado com o impacto dos resíduos no meio ambiente e a expansão dos trabalhos nas cooperativas e associações de catadores de lixo passa agora por mudanças que devem facilitar o aumento dos processos de reciclagem. "Estamos definindo o plano de ação para garantir que a proposta do acordo setorial atenda todos os segmentos, além de criar pontos de entrega voluntária. Na primeira fase de atuação, até o momento, já chegamos a reciclar 35% de todo o resíduo dentro das normas solucionadas pelo acordo setorial", disse o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira da Indústria do Plástico, Gilmar do Amaral. "Agora vamos batalhar para conseguir incentivos fiscais e aumentar o índice em reciclagem das embalagens plásticas", afirmou.


Um grupo de pessoas do Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem, Confecção e do Vestuário do Alto Vale do Itajaí se uniu para transformar os resíduos da indústria têxtil em fio de algodão para confecção de novos materiais. Pedro Leal, presidente do sindicato, participou da reunião para apresentar o case que está sendo colocado em prática há 60 dias em Rio do Sul. A iniciativa está gerando oportunidades de trabalho social na região e diminuindo o resíduo que normalmente seria descartado no aterro sanitário.


A reunião foi coordenada pelo presidente do Comitê de Logística Reversa da FIESC, Albano Schmidt. Também participaram da reunião o analista de meio ambiente da Confederação Nacional da Indústria, Wanderley Baptista, e Gilmar do Amaral.   


Fonte: Fiesc
Fiesc Log Rev Plasticos

Publicado em 28/05/2013


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Marcos Criação